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Ah o amor!
Trazer o início dessa reflexão me fez pensar sobre as
complexidades do amor e como ele pode estar interligado ao
nosso próprio senso de identidade e autoestima.
Podemos ressaltar que a escolha de amar alguém,
representa a imagem ideal do nosso próprio eu.
O amor pode se manifestar de várias maneiras,
incluindo o aspecto enganoso, cego, sugestivo,
hipnótico e narcisista do enamoramento.
A psicanálise (para mim), em certo momento,
entre a minha análise e estudos, me convidou a explorar
essas dinâmicas emocionais e a compreender melhor as motivações
por trás de nossas relações interpessoais.
Seguimos desafiados a refletir em como podemos(se for possível)
desenvolver relações autênticas e saudáveis, baseadas
no Outro atravessando assim, a nós mesmos.

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